CLIPPING: FUGA UNDERGROUND (RN)

Por Carolina Cunha Lima*

Ana Morena é baixista da banda Camarones Orquestra Guitarrística e mulher do músico e produtor cultural Anderson Foca. Sempre a integrante mais animada do grupo, toca pelo segundo ano no palco do Circo da Luz.
Quais as suas expectativas para o show na Cientec este ano?
A Cientec é um evento bacana, popular, sempre tem muitos jovens. Ela consegue reunir a galera das universidades e dos colégios em uma tarde para ver os shows. Já nos apresentamos aqui no ano passado, a galera é animada, o som é bom, o palco é legal. O público presente está interessado em curtir e conhecer bandas novas.
Como está a agenda de shows da banda?
Esse ano foram quase 90 shows fora daqui, de Natal. A gente toca pouco, somos uma banda das que mais circula pelo país, por todas as regiões. Até o fim do ano, ainda temos mais 20 shows pelo menos. Vamos tocar, sábado (22/10), em uma cidade do interior de São Paulo, depois iremos gravar o programa Sesc Instrumental, para o SescTV, e ainda participaremos do Conexão Vivo, em Belém.
Vocês tocaram, recentemente, na Argentina. Qual a diferença do público de lá para o público do Brasil?

Público da Argentina lotou o nosso show. Eles curtem muito os shows de rock autoral, que são sempre lotados e com filas na porta. O rock lá é mais popular. Já no Brasil, o público é mais rockeiro, mas cada um tem a sua graça. Não importa tocar para dez ou dez mil pessoas. É legal quando as pessoas acompanham, pulam, dançam. São essas coisas que valem.

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